Por I. , 6 anos
questionamento . expressão . pensamento . justificação . análise . síntese . escuta . tolerância . investigação . concentração . expansão . criação . comunidade . cognição . consciência . diálogo . partilha
terça-feira, 6 de outubro de 2015
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Condições Necessárias e Condições Suficientes
Hoje chegámos às condições necessárias (mas não suficientes) para fazer acrobacias! "Ter esqueleto" e "Comer sopinha" são duas delas! (from the philobox!)
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Mistério, Pergunta, Enigma
Não posso deixar de partilhar o maravilhoso momento em que a V. (1º ano)
relembrou no quadro como era o ponto de interrogação, «- O mistério!»,
exclama lá do fundo o D.
relembrou no quadro como era o ponto de interrogação, «- O mistério!»,
exclama lá do fundo o D.
Com toda a calma e resolução, a mão de seis anos desenhou o ponto e colocou
a pinta, a que já nos habituámos, em cima, ligeiramente à esquerda.
a pinta, a que já nos habituámos, em cima, ligeiramente à esquerda.
Descubram-no no pequeno vídeo!
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Para que Serve o Ponto de Interrogação?
Deu mote à sessão de hoje a pergunta que intitula este post. O ? serve para fazer perguntas, para aprender (L.), para pedir uma informação (J.), para quando não sabemos alguma coisa. Ou melhor, para quando não sabemos alguma coisa e queremos saber (R.).
Surgiu também a questão se poderia existir resposta sem pergunta. Ou se, pelo contrário, uma resposta tem de ser sempre precedida de uma pergunta. Teatralizámos 20 segundos de exemplo em que, sem nada perguntar, a J. ficou sabendo uma série de coisas acerca das minhas preferências e gostos - o grupo foi consensual, a J. ficou a saber informações pois nada tinha questionado.
Convidados a realizar cinco perguntas cujas respostas desejam saber e, dessas escolher uma só, eis o material produzido pelos participantes e que nos acompanhará nas próximas sessões:
Apesar de apenas uma das cinco produzidas ter ido para o quadro, os alunos não se quiseram desfazer das outras quatro. E com razão! Senão, observe abaixo os registos das mesmas!
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
O Desporto e o Pensamento
Feitas as apresentações, o 4º ano realizou o seu I jornal de parede a que deu o título «O Desporto e o Pensamento». Foi o mais votado, em oposição a «Filosofia - o Desporto que faz Milagres», «Ginásio do Cérebro», «Ginásio do Pensamento», entre outros que surgiram da descoberta da analogia entre exercício físico e exercício do pensamento.
A pergunta que nos apresentou à actividade foi O que nos acontece quando praticamos desporto? e rapidamente os participantes concluíram que se pensarmos, e se nos habituarmos a pensar, como no desporto, ficamos: (espreite a imagem!)
(Hoje o L., foi pela primeira vez à sessão. Disse-nos que fala russo com o seu avô e que sabe fazer um D do alfabeto cirílico д.
Aproveitamos para ficar a conhecer o phi, do alfabeto grego!
Saíram perfeitos, não acham?)
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
O que fazer em vez de bater??
«As conversas importantes não dá para interromper porque senão esquecemo-nos do que vamos dizer ou a pessoa vai-se embora e nós não a encontramos mais.» - é a reacção do D. (7 anos, 2º ano), ao escutar uma série de opções que os colegas lhe propõem, para evitar bater nos outros. Neste caso a opção era "acalmar-se".
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